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Doação de sangue

O BloodLink exige CPF no cadastro? Por quê?

O BloodLink solicita o CPF no cadastro pra reduzir a criação de contas falsas ou duplicadas e ajudar hemocentros parceiros a confirmar a identidade de quem se candidata a uma campanha, já que esse é o documento mais usado nesse tipo de verificação no Brasil.

Pedir um documento de identificação no cadastro de uma plataforma que lida com doação de sangue não é burocracia sem motivo, existe uma razão prática por trás disso.

O problema que o CPF ajuda a resolver

Uma plataforma sem nenhuma forma de identificação fica vulnerável a conta falsa, conta duplicada da mesma pessoa, ou candidatura a campanha feita por alguém que nunca pretende de fato comparecer pra doar. O CPF, sendo um identificador único no Brasil, dificulta esse tipo de abuso porque cada pessoa só consegue cadastrar um número válido uma vez na plataforma.

Como isso ajuda o hemocentro

Quando um hemocentro recebe um candidato vindo de uma campanha do BloodLink, ter um CPF associado ao cadastro facilita a conferência de identidade no momento presencial da doação, um processo que o próprio hemocentro já realiza como parte da triagem obrigatória antes de qualquer coleta.

O dado fica protegido

O CPF informado no cadastro segue as mesmas práticas de proteção de dado pessoal aplicadas a qualquer outra informação sensível na plataforma, sem ficar visível publicamente pra outros usuários em nenhuma tela do BloodLink.

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