O doador consegue consultar se o próprio tipo sanguíneo é considerado raro na região onde mora?
Sim, o perfil do doador mostra se o próprio tipo sanguíneo está classificado como raro na região cadastrada, com base na proporção real da população local.
A raridade de um tipo sanguíneo varia de região pra região, e um doador pode ter um tipo considerado comum numa área do país e relativamente raro em outra, dependendo da própria composição populacional local.
Como a classificação de raridade é definida
O BloodLink usa dado agregado de proporção de tipo sanguíneo por região, fornecido por hemocentro parceiro e órgão de saúde pública, pra classificar cada tipo como comum ou raro dentro daquela área geográfica específica.
Por que essa informação importa pro doador
Saber que o próprio tipo é considerado raro na região ajuda o doador a entender melhor por que recebe notificação de urgência com mais frequência, já que a demanda por reposição desse tipo específico tende a superar a oferta local disponível.
A classificação pode ser diferente em outra região
Um doador que muda de cidade pode ver a própria classificação de raridade mudar automaticamente, refletindo a composição populacional da nova região cadastrada, sem que isso altere nada sobre o próprio tipo sanguíneo em si.