Como o BloodLink protege minha senha armazenada?
Sua senha nunca é armazenada em texto puro — o BloodLink usa bcrypt, um algoritmo de hash criptográfico padrão da indústria, para transformar a senha em um valor irreversível antes de guardá-la no banco de dados.
Guardar senhas com segurança é uma responsabilidade básica de qualquer plataforma que pede login — e o BloodLink segue as práticas recomendadas do mercado para isso.
O que acontece com sua senha no cadastro
Ao criar sua conta, a senha que você digita passa por um processo de hash criptográfico usando o algoritmo bcrypt antes de ser salva. O resultado desse processo é um valor completamente diferente da senha original, e — o mais importante — irreversível: não existe forma de "descriptografar" um hash bcrypt de volta para a senha original.
Por que isso importa
Mesmo que, em um cenário hipotético, o banco de dados fosse comprometido, quem tivesse acesso veria apenas os hashes, não as senhas reais dos usuários. Isso significa que nem a própria equipe do BloodLink consegue ver sua senha — só pode verificar se uma senha digitada bate com o hash salvo.
Como funciona o login, então
No momento do login, a senha que você digita passa pelo mesmo processo de hash, e o resultado é comparado com o hash salvo no cadastro. Se baterem, o acesso é liberado — mas a senha em texto puro nunca fica armazenada em nenhum momento.
Contas via Google não têm senha nenhuma
Quem se cadastra usando login com Google não tem senha cadastrada na plataforma — a autenticação depende inteiramente da conta Google, sem nenhuma senha própria do BloodLink envolvida ou armazenada.
Boas práticas que ainda dependem de você
Mesmo com a senha bem protegida no banco de dados, vale usar uma senha única (não reaproveitada de outros serviços) e nunca compartilhar suas credenciais com terceiros.