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Doação de sangue

Quem tem síndrome de Rasmussen pode doar sangue?

Depende principalmente do controle das convulsões, já que essa condição causa epilepsia progressiva grave. Casos com epilepsia controlada podem ser avaliados individualmente.

O que é a síndrome de Rasmussen

A síndrome de Rasmussen, ou encefalite de Rasmussen, é uma condição neurológica rara caracterizada por inflamação progressiva de um hemisfério cerebral, causando epilepsia grave e de difícil controle, além de declínio neurológico progressivo. Alguns casos são tratados com hemisferectomia (remoção cirúrgica de parte do cérebro afetado).

Por que o controle de convulsões é o ponto central

  • Epilepsia ativa e não controlada: é o critério mais relevante avaliado, já que convulsões frequentes representam risco de segurança durante e após o procedimento de doação
  • Histórico de hemisferectomia: casos que passaram por essa cirurgia são avaliados considerando o tempo de recuperação e o estado neurológico atual
  • Sem relação hematológica direta: a condição em si não afeta a produção ou qualidade das células sanguíneas

Quando a doação costuma ser mais viável

Quando as convulsões estão bem controladas por um período prolongado e não há comprometimento cognitivo significativo, a doação pode ser avaliada individualmente pelo hemocentro.

O que fazer

Leve à triagem relatórios neurológicos recentes detalhando o controle das convulsões, pra uma avaliação precisa da viabilidade no seu caso.

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