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Doação de sangue

Qual o tipo sanguíneo mais comum e o mais raro no Brasil?

O positivo e A positivo concentram a maior parte da população brasileira, enquanto AB negativo é o mais raro entre os oito tipos do sistema ABO Rh. Existem também fenótipos raríssimos fora desses oito, como o Bombay, que exigem cadastros específicos.

A distribuição de tipos sanguíneos varia entre populações, e no Brasil ela tem um padrão bastante marcado.

Os mais frequentes

O positivo e A positivo respondem juntos pela maior parte da população brasileira. Depois vêm B positivo, e em seguida os Rh negativos, que são bem menos frequentes.

Os menos frequentes

AB negativo é o mais raro dos oito tipos do sistema ABO com Rh. AB positivo também é pouco frequente.

Por que raro não significa mais necessário

Um tipo raro é raro tanto entre doadores quanto entre pacientes. O AB negativo é pouco demandado porque há poucos pacientes AB negativos. Já o O negativo, apesar de não ser o mais raro, vive em falta porque é usado em emergências para pacientes de qualquer tipo.

Ou seja, a pressão sobre o estoque não segue a raridade, segue o uso.

Fenótipos verdadeiramente raros

Fora do ABO e do Rh existem dezenas de outros sistemas antigênicos. Combinações incomuns, como o fenótipo Bombay, em que a pessoa não expressa o antígeno H, criam situações em que quase nenhum doador é compatível. Esses casos dependem de cadastros específicos, criopreservação e cooperação entre serviços.

Diversidade de doadores importa

Frequências antigênicas variam entre populações. Um cadastro que reflete a diversidade do país aumenta a chance de encontrar compatibilidade para pacientes com necessidades específicas, especialmente quem recebe transfusões repetidas.

Resumo prático

O positivo domina, AB negativo é o mais raro, e o O negativo é o que mais falta. Se você não sabe seu tipo, a doação informa gratuitamente.

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Quem pode doar sangue para quem? Como funciona a compatibilidade?Se o tipo sanguíneo é compatível, por que ainda fazem prova cruzada?
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