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Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre doação de sangue

Reunimos as principais dúvidas sobre doação de sangue para que você se sinta seguro e preparado na hora de ajudar.

Quem tem distonia pode doar sangue?

Sim, na maioria dos casos. A distonia, distúrbio do movimento que causa contrações musculares involuntárias, não impede a doação de sangue. O tratamento com toxina botulínica é avaliado à parte.

Quem tem ataxia pode doar sangue?

Depende da causa. Ataxias hereditárias progressivas costumam exigir avaliação individual cuidadosa. Ataxias leves e estáveis, sem outras complicações, podem ser avaliadas caso a caso.

Quem teve câncer de tireoide pode doar sangue?

Depende do tipo e do tempo de remissão. Câncer de tireoide bem diferenciado, tratado e em remissão prolongada, costuma ter avaliação mais favorável do que outros tipos de câncer.

Quem teve câncer de colo de útero pode doar sangue?

Depende do estágio e do tratamento. Lesões pré-cancerosas tratadas costumam ter avaliação mais favorável. Câncer invasivo tratado exige avaliação individual, considerando o tempo de remissão.

Quem teve câncer colorretal pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após tratamento completo e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o tempo desde o fim do tratamento e o acompanhamento oncológico.

Quem teve câncer de rim pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após a remoção completa do tumor (nefrectomia) e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o tempo de remissão e a função renal restante.

Quem teve câncer de bexiga pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após tratamento completo e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estágio inicial e o tempo de acompanhamento sem recidiva.

Quem teve câncer de testículo pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após a remoção cirúrgica (orquiectomia), quimioterapia se necessária, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente conforme o tempo de acompanhamento sem recidiva.

Quem teve câncer de ovário pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, quimioterapia se necessária, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estágio inicial e o tempo de acompanhamento.

Quem teve câncer de laringe pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, radioterapia se necessária, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estágio inicial e o tempo sem recidiva.

Quem teve câncer de boca pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, radioterapia se necessária, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estágio inicial e o tempo sem recidiva.

Quem teve sarcoma pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Sarcomas (tumores de ossos ou tecidos moles) tratados com cirurgia, quimioterapia ou radioterapia exigem avaliação individual após a remissão, conforme o tipo e o tempo de acompanhamento.

Quem teve câncer de fígado pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após transplante, cirurgia ou outros tratamentos, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente — a função hepática restante também é considerada.

Quem teve câncer de pâncreas pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, quimioterapia se necessária, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o tempo de acompanhamento e o estado nutricional.

Quem teve câncer de esôfago pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estado nutricional e o tempo sem recidiva.

Quem teve câncer de pulmão pode doar sangue?

Não durante o tratamento. Após cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, e remissão confirmada, a doação é avaliada individualmente, considerando o estágio inicial e a função pulmonar restante.

Quem teve linfoma de Hodgkin pode doar sangue?

Não durante o tratamento. O linfoma de Hodgkin tem um dos melhores prognósticos entre os cânceres; após remissão prolongada e confirmada, a doação pode ser avaliada individualmente.

Quem usa sulfassalazina pode doar sangue?

Depende da doença de base. A sulfassalazina em si costuma ser avaliada individualmente, mas o critério mais relevante é a condição tratada — artrite reumatoide, doença inflamatória intestinal ou espondilite.

Quem usa leflunomida pode doar sangue?

Não durante o uso. A leflunomida é um imunossupressor com meia-vida muito longa, teratogênico, e exige prazo prolongado de espera após a suspensão — muito além do fim do tratamento comum.

Quem usa micofenolato pode doar sangue?

Não durante o uso. O micofenolato é um imunossupressor potente, usado em doenças autoimunes graves e em transplantes, e gera inaptidão enquanto durar o tratamento.

Quem usa ciclosporina pode doar sangue?

Não durante o uso. A ciclosporina é um imunossupressor potente, usado em transplantes e doenças autoimunes graves, e gera inaptidão enquanto durar o tratamento.

Quem usa tacrolimo pode doar sangue?

Não durante o uso oral ou injetável. O tacrolimo é um imunossupressor potente usado em transplantes e doenças autoimunes graves. O uso apenas tópico (pomada) tem avaliação diferente.

Quem usa adalimumabe pode doar sangue?

Não durante o uso. O adalimumabe é um imunobiológico que suprime parte da resposta imunológica e gera inaptidão temporária enquanto durar o tratamento, avaliado individualmente após a suspensão.

Quem usa infliximabe pode doar sangue?

Não durante o uso. O infliximabe é um imunobiológico administrado por infusão intravenosa, usado em doenças inflamatórias crônicas, e gera inaptidão enquanto durar o tratamento.

Quem usa etanercepte pode doar sangue?

Não durante o uso. O etanercepte é um imunobiológico injetável usado em doenças inflamatórias crônicas, e gera inaptidão enquanto durar o tratamento.

Quem usa ou já usou rituximabe pode doar sangue?

Não durante e por um longo período após o uso. O rituximabe depleta as células B do sistema imunológico, com efeito prolongado, exigindo meses a mais de um ano de espera após a última infusão.

Quem usa secuquinumabe pode doar sangue?

Não durante o uso. O secuquinumabe é um imunobiológico usado em psoríase e espondiloartrites, e gera inaptidão enquanto durar o tratamento, avaliado individualmente após a suspensão.

Quem tem doença de Fabry pode doar sangue?

Depende do comprometimento de órgãos. A doença de Fabry pode afetar rins e coração ao longo do tempo — a avaliação considera a função desses órgãos, não apenas o diagnóstico genético.

Quem tem doença de Gaucher pode doar sangue?

Depende da gravidade e dos achados hematológicos. A doença de Gaucher costuma causar anemia e plaquetas baixas, o que geralmente é o fator decisivo para a aptidão, mais que o diagnóstico em si.

Quem é portador do gene de Tay-Sachs pode doar sangue?

Sim. Ser portador (heterozigoto) do gene da doença de Tay-Sachs, sem manifestar a doença, não impede a doação de sangue — é uma condição genética silenciosa, sem qualquer sintoma.

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