Dádiva de sangue

Dar sangue justifica a falta ao trabalho?

Em regra sim. A legislação portuguesa protege o dador benévolo de sangue e prevê a dispensa de trabalho pelo tempo necessário para a dádiva. Peça uma declaração no local.

Sim. Quem dá sangue em Portugal tem direito a faltar ao trabalho pelo tempo necessário para a dádiva, sem perder a retribuição. Os detalhes variam consoante o tipo de vínculo, por isso confirme com o seu empregador e com a legislação em vigor.

Como funciona na prática

Depois da dádiva, o serviço de sangue passa uma declaração de presença (comprovativo de dádiva), que serve de justificação perante a entidade empregadora. Costuma indicar:

  • O seu nome
  • A data e a hora da dádiva
  • A identificação do serviço de sangue

O que deve fazer

  • Avise a entidade empregadora com antecedência, se possível
  • Peça e guarde o comprovativo no local de colheita
  • Entregue o comprovativo ao empregador
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Setor público e privado

O direito aplica-se a trabalhadores do setor privado e do setor público, mas as regras de aplicação (por exemplo, o tempo concedido) podem variar. Se tiver dúvidas, fale com os recursos humanos ou consulte a legislação do trabalho atual.

Dica

Marque a dádiva para um dia e hora em que possa descansar depois, e evite esforços físicos intensos no resto do dia.

Esta informação é geral e não substitui a avaliação de um profissional de saúde. A decisão final sobre a sua aptidão é sempre tomada na triagem clínica, no momento da dádiva. Os critérios podem mudar; confirme junto do IPST ou do serviço de sangue onde pretende dar sangue.

Pronto para dar sangue?

Encontre o centro de colheita mais próximo, confirme o horário e leve um documento de identificação com fotografia.

Ver centros de sangue
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