Dádiva de sangue

Quanto custa uma unidade de sangue?

Em Portugal o sangue não pode ser comprado nem vendido. É obtido por dádiva benévola, mas a colheita, os testes, o processamento e a distribuição têm custos que são suportados pelo sistema de saúde.

Em Portugal, tal como no resto da União Europeia, a dádiva de sangue é benévola e não remunerada. O sangue humano não se compra nem se vende.

Então há algum custo?

Sim, mas não é o preço do sangue em si. Existem custos de:

  • Colheita e material descartável
  • Testes laboratoriais de segurança a cada dádiva
  • Processamento em componentes (glóbulos vermelhos, plasma, plaquetas)
  • Conservação, transporte e distribuição aos hospitais
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Estes custos são assumidos pelo sistema de saúde e variam consoante o componente. Não há um preço de mercado.

O doente paga a transfusão?

Num hospital do Serviço Nacional de Saúde, o doente em regra não paga o sangue transfundido, que faz parte do tratamento. Em hospitais privados, o custo pode constar da conta do internamento ou ser coberto pelo seguro de saúde, pelo que convém perguntar.

Porque é proibido vender sangue

  • Garante que se dá sangue por motivação altruísta, o que reduz o risco de omissão de informação de saúde
  • Evita a exploração de pessoas em situação vulnerável
  • Mantém a segurança do sangue no nível mais alto possível

Esta informação é geral e não substitui a avaliação de um profissional de saúde. A decisão final sobre a sua aptidão é sempre tomada na triagem clínica, no momento da dádiva. Os critérios podem mudar; confirme junto do IPST ou do serviço de sangue onde pretende dar sangue.

Pronto para dar sangue?

Encontre o centro de colheita mais próximo, confirme o horário e leve um documento de identificação com fotografia.

Ver centros de sangue
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